(da senhora que me deu a ideia deste blog)
— O cavalo-marinho nada como um pauzinho. (Asa, no início do filme, a tentar impressionar Tulpan.)
1 a 5 de Março de 2010 no Teatro Lethes (iniciativa TMF - Carta Branca a Anabela Moutinho)
Dia 1 21h30 Wendy & Lucy Kelly Reichardt, EUA, 2008, 80' escolha de Ricardo Vieira Lisboa
Dia 2 21h30 Luz Silenciosa Carlos Reygadas, México, 2007, 136' escolha de Carlos Natálio
Dia 3 21h30 Tetro Francis Ford Coppola, EUA, 2009, 127' escolha de Chico
Dia 4 21h30 Vem e Vê Elem Klimov, URSS, 1985, 145' escolha de Victor Afonso
Dia 5 14h30 História(s) do Cinema Jean-Luc Godard, França, 1998, 268' escolha de Cristina Marti
Dia 5 21h30 Mesa-Redonda com os 5 bloggers
Dia 1 21h30 Wendy & Lucy Kelly Reichardt, EUA, 2008, 80' escolha de Ricardo Vieira Lisboa
Dia 2 21h30 Luz Silenciosa Carlos Reygadas, México, 2007, 136' escolha de Carlos Natálio
Dia 3 21h30 Tetro Francis Ford Coppola, EUA, 2009, 127' escolha de Chico
Dia 4 21h30 Vem e Vê Elem Klimov, URSS, 1985, 145' escolha de Victor Afonso
Dia 5 14h30 História(s) do Cinema Jean-Luc Godard, França, 1998, 268' escolha de Cristina Marti
Dia 5 21h30 Mesa-Redonda com os 5 bloggers
segunda-feira, fevereiro 21
post de 1 de 5 bloggers
post de 1 de 5 bloggers: Posters do ano - II
post de 1 de 5 bloggers: O tabaco e os filmes
(de um homem que sabe muito)
As legislações mundiais anti-tabágicas estão a ficar cada vez mais restritivas - em vários países, até na rua já é proibido fumar.
Tempos houve em que a publicidade e a sociedade do consumo incentivavam o tabaco como sendo uma atitude "cool" e até "glamorosa".
Repare-se no cinema, por exemplo.
O que seria destas personagens se não fumassem nos filmes?
(ler)
As legislações mundiais anti-tabágicas estão a ficar cada vez mais restritivas - em vários países, até na rua já é proibido fumar.
Tempos houve em que a publicidade e a sociedade do consumo incentivavam o tabaco como sendo uma atitude "cool" e até "glamorosa".
Repare-se no cinema, por exemplo.
O que seria destas personagens se não fumassem nos filmes?
(ler)
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post de 1 de 5 bloggers: A Semente do Demónio (Demon Seed) 1977
(os filmes dele)
(...) Um dos melhores exemplos do sub-género mad-computer , Demon Seed é um pesadelo de ficção científica cheio de idéias luminosas. Julie Christie domina o filme como uma insuspeita mulher cuja casa foi totalmente automatizada pelo marido, génio da informática (Fritz Weaver). Ele, por sua vez, tinha acabado de terminar Proteus, o mais inteligente computador do mundo.
Uma das várias coisas interessantes sobre esta obra de Donald Cammell é que os sonhos de Proteus são realmente visionários e utópicos, ao contrário (ler)
(...) Um dos melhores exemplos do sub-género mad-computer , Demon Seed é um pesadelo de ficção científica cheio de idéias luminosas. Julie Christie domina o filme como uma insuspeita mulher cuja casa foi totalmente automatizada pelo marido, génio da informática (Fritz Weaver). Ele, por sua vez, tinha acabado de terminar Proteus, o mais inteligente computador do mundo.
Uma das várias coisas interessantes sobre esta obra de Donald Cammell é que os sonhos de Proteus são realmente visionários e utópicos, ao contrário (ler)
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domingo, fevereiro 20
post de 1 de 5 bloggers: Béla Tarr e o prémio
(de um homem que sabe muito)

O realizador húngaro Béla Tarr recebeu o Grande Prémio do Júri do Festival de Berlim.
Espero que este prémio corresponda a um crescente reconhecimento pelo seu filme (e a sua obra em geral) e, ao mesmo tempo, represente um incentivo para que Tarr não abandone a carreira e volte a filmar num futuro próximo (ler)

O realizador húngaro Béla Tarr recebeu o Grande Prémio do Júri do Festival de Berlim.
Espero que este prémio corresponda a um crescente reconhecimento pelo seu filme (e a sua obra em geral) e, ao mesmo tempo, represente um incentivo para que Tarr não abandone a carreira e volte a filmar num futuro próximo (ler)
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post de 1 de 5 bloggers: Les Femmes (Les Femmes) 1969
(os filmes dele)
(...) Este seria mais um filme para passear a beleza de Bardot. Feito já na fase final da carreira da actriz, notava-se que ela queria deixar o mundo do cinema, e a sua indiferença era tanta que acabou por não ajudar nada ao filme. Diz-se que BB tinha problemas com o realizador Jean Aurel, e que fez o filme contrariada.
Bardot tinha apenas 34 anos nesta (ler)
(...) Este seria mais um filme para passear a beleza de Bardot. Feito já na fase final da carreira da actriz, notava-se que ela queria deixar o mundo do cinema, e a sua indiferença era tanta que acabou por não ajudar nada ao filme. Diz-se que BB tinha problemas com o realizador Jean Aurel, e que fez o filme contrariada.
Bardot tinha apenas 34 anos nesta (ler)
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sábado, fevereiro 19
post de 1 de 5 bloggers: Clássicos do Cinema em BD para Pessoas com Pressa #10
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post de 1 de 5 bloggers
(da senhora que me deu a ideia deste blog)
Que decepção, a homenagem do fantasporto a Jean Renoir resume-se a três filmes, dois dos quais no pequeno auditório do Rivoli. Pelo caminho das intenções, e apesar da colaboração da Embaixada de França, perderam-se sete filmes e a palavra homenagem deu um grande tombo.
Que decepção, a homenagem do fantasporto a Jean Renoir resume-se a três filmes, dois dos quais no pequeno auditório do Rivoli. Pelo caminho das intenções, e apesar da colaboração da Embaixada de França, perderam-se sete filmes e a palavra homenagem deu um grande tombo.
post de 1 de 5 bloggers: O Homem do Fato Claro (The Man in the White Suit) 1951
(os filmes dele)
Narrado em flashback, é uma sátira da indústria inglesa, com uma visão irónica tanto do capitalismo como do trabalho, um tema mais ambicioso que o das outras comédias da Ealing. Alec Guinness, na altura o mais camaleão dos actores desta produtora, é Sidney Stratton, um jovem químico de uma indústria têxtil, cujo serviço mais importante é limpar os tubos de ensaio do laboratório, apesar de ser um óptimo aluno, em Cambridge. Trabalhando por conta própria, ele consegue criar uma fibra que não suja nem se desgasta. Quando os industriais percebem que isso pode destruir o seu negócio, juntam forças e tentam convencer o rapaz a assinar um documento renunciando aos seus direitos.
Guinness mantém uma certa (ler)
Narrado em flashback, é uma sátira da indústria inglesa, com uma visão irónica tanto do capitalismo como do trabalho, um tema mais ambicioso que o das outras comédias da Ealing. Alec Guinness, na altura o mais camaleão dos actores desta produtora, é Sidney Stratton, um jovem químico de uma indústria têxtil, cujo serviço mais importante é limpar os tubos de ensaio do laboratório, apesar de ser um óptimo aluno, em Cambridge. Trabalhando por conta própria, ele consegue criar uma fibra que não suja nem se desgasta. Quando os industriais percebem que isso pode destruir o seu negócio, juntam forças e tentam convencer o rapaz a assinar um documento renunciando aos seus direitos.
Guinness mantém uma certa (ler)
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post de 1 de 5 bloggers: A petição foi ao parlamento...
(de ficar sem fôlego)
A lei da televisão foi mudada e um dos pontos que mais beneficia a nossa causa é a quota para as produções europeias (como nos foi explicado: a entrada na comunidade não nos permite legislar de forma ao proteccionismo, assim, só as produções da comunidade podem ser privilegiadas), ou seja, não só as quotas se alargaram como o sistema de contagem se alterou. Produções criativas já não são entrevistas, nem debates, nem magazines, esta categoria foi restringida a obras de cariz verdadeiramente criativo, como o filme, tele-novela, tele-filme, série, documentário. Em adição, a possibilidade de repetições infinitas das mesma peças deixa de abonar no preenchimento das ditas quotas. [a TVI e a SIC não serão prejudicas, por ser a sua programação massiva em novelas televisivas, mas a RTP2 ver-se-à obrigada a alterar a sua estratégia de talk-show e magazines culturais/religiosos/desportivos/ecológicos/gastronómicos; mas convenhamos: uma melhor programação nunca se fez por quotas e não será certamente assim que se alcançará a excelência]
Foi-nos garantido que (ler)
A lei da televisão foi mudada e um dos pontos que mais beneficia a nossa causa é a quota para as produções europeias (como nos foi explicado: a entrada na comunidade não nos permite legislar de forma ao proteccionismo, assim, só as produções da comunidade podem ser privilegiadas), ou seja, não só as quotas se alargaram como o sistema de contagem se alterou. Produções criativas já não são entrevistas, nem debates, nem magazines, esta categoria foi restringida a obras de cariz verdadeiramente criativo, como o filme, tele-novela, tele-filme, série, documentário. Em adição, a possibilidade de repetições infinitas das mesma peças deixa de abonar no preenchimento das ditas quotas. [a TVI e a SIC não serão prejudicas, por ser a sua programação massiva em novelas televisivas, mas a RTP2 ver-se-à obrigada a alterar a sua estratégia de talk-show e magazines culturais/religiosos/desportivos/ecológicos/gastronómicos; mas convenhamos: uma melhor programação nunca se fez por quotas e não será certamente assim que se alcançará a excelência]
Foi-nos garantido que (ler)
sexta-feira, fevereiro 18
post de 1 de 5 bloggers: Os irmãos Quay
(de um homem que sabe muito)

No cinema existem os irmãos Coen e os irmãos Quay.
Os primeiros são sobejamente conhecidos e reconhecidos - por causa dos Óscares por "Este País Não é Para Velhos" e as nomeações por "Indomável".
Já os segundos, os Quay, irmãos americanos e gémeos verdadeiros, gozam de muito menos popularidade, mas possuem altíssimo reconhecimento artístico dentro da área em que se movimentam.
Fazem cinema de animação, misturando múltiplas técnicas de animação (sobretudo bonecos, marionetas, objectos). O (ler)

No cinema existem os irmãos Coen e os irmãos Quay.
Os primeiros são sobejamente conhecidos e reconhecidos - por causa dos Óscares por "Este País Não é Para Velhos" e as nomeações por "Indomável".
Já os segundos, os Quay, irmãos americanos e gémeos verdadeiros, gozam de muito menos popularidade, mas possuem altíssimo reconhecimento artístico dentro da área em que se movimentam.
Fazem cinema de animação, misturando múltiplas técnicas de animação (sobretudo bonecos, marionetas, objectos). O (ler)
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post de 1 de 5 bloggers: histoire(s) du cinéma #12
(da senhora que me deu a ideia deste blog)
— Em França há uma expressão. Diz-se: "amar alguém cegamente..." que significa amar sem fazer perguntas. E em "História(s) do Cinema" eu disse que nós, da nouvelle vague, amávamos o cinema antes o conhecer. Porque os filmes de que falávamos não podiam ser vistos. Não eram distribuídos. Godard-aveugle
— Em França há uma expressão. Diz-se: "amar alguém cegamente..." que significa amar sem fazer perguntas. E em "História(s) do Cinema" eu disse que nós, da nouvelle vague, amávamos o cinema antes o conhecer. Porque os filmes de que falávamos não podiam ser vistos. Não eram distribuídos. Godard-aveugle
post de 1 de 5 bloggers: Amor Eterno (L'amour à Mort) 1984
(os filmes dele)
(...) Quando apresentou L’Amour à Mort no Festival de Veneza em 1984, Resnais traduziu o sentido do título como “o amor até à morte; o amor é mais forte do que a morte ou o amor é tão forte que não pode senão conduzir à morte”. O título português, Amor Eterno, perde riqueza: belíssimo e depurado, concentrado nas quatro personagens de dois casais em confronto com a lucidez e a paixão perante a experiência da morte, L’Amour à Mort é um filme que põe como premissas narrativas, por um lado, a hipótese de que a morte pode não ser irreversível, por outro, a de que é plausível morrer de amor.
Depois de O Meu Tio da (ler)
(...) Quando apresentou L’Amour à Mort no Festival de Veneza em 1984, Resnais traduziu o sentido do título como “o amor até à morte; o amor é mais forte do que a morte ou o amor é tão forte que não pode senão conduzir à morte”. O título português, Amor Eterno, perde riqueza: belíssimo e depurado, concentrado nas quatro personagens de dois casais em confronto com a lucidez e a paixão perante a experiência da morte, L’Amour à Mort é um filme que põe como premissas narrativas, por um lado, a hipótese de que a morte pode não ser irreversível, por outro, a de que é plausível morrer de amor.
Depois de O Meu Tio da (ler)
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post de 1 de 5 bloggers: Cor-de-malva e cheiro a tomilho
(de ficar sem fôlego)

Pensar em Another year como um grito é coisa de estranhar. No máximo seria um sussurro mesmo na porta do ouvido. Mas, apesar de abafado pela elegância, este último filme de Mike Leigh clama na forma possível [clama o quê?, já lá vamos]. Happy-go-lucky era por si, e pelo título, um filme que ia puxar o bem-estar a uma cinematografia sisuda e depressiva. Muitos críticos, espantados com aquela alegria de viver (de um cineasta tão cabisbaixo) acharam o filme irritante, a cada riso da Sally Hawkins eles rosnavam na cadeira, a cada episódio (mais ou menos) hilariante, uma gota de suor descia-lhes pelas costas.
A meu ver, Leigh está numa fase da vida (e portanto do seu cinema) em que as coisas não precisam de ser escuras para serem respeitáveis. Leigh acha, neste filme, um equilíbrio entre estas duas posições da vida que invariavelmente se resumem ao claro/escuro. Não sendo um filme bonacheirão é um filme que gosta de dar umas risadinhas, e beber um copo de vinho, não (ler)

Pensar em Another year como um grito é coisa de estranhar. No máximo seria um sussurro mesmo na porta do ouvido. Mas, apesar de abafado pela elegância, este último filme de Mike Leigh clama na forma possível [clama o quê?, já lá vamos]. Happy-go-lucky era por si, e pelo título, um filme que ia puxar o bem-estar a uma cinematografia sisuda e depressiva. Muitos críticos, espantados com aquela alegria de viver (de um cineasta tão cabisbaixo) acharam o filme irritante, a cada riso da Sally Hawkins eles rosnavam na cadeira, a cada episódio (mais ou menos) hilariante, uma gota de suor descia-lhes pelas costas.
A meu ver, Leigh está numa fase da vida (e portanto do seu cinema) em que as coisas não precisam de ser escuras para serem respeitáveis. Leigh acha, neste filme, um equilíbrio entre estas duas posições da vida que invariavelmente se resumem ao claro/escuro. Não sendo um filme bonacheirão é um filme que gosta de dar umas risadinhas, e beber um copo de vinho, não (ler)
quinta-feira, fevereiro 17
post de 1 de 5 bloggers: Os genéricos
(de um homem que sabe muito)

O João Lameira, a propósito do post abaixo deste, abordou quão importante é o genérico de um filme. E com toda a razão.
Sempre que penso em genéricos, lembro-me de um filme de Woody Allen (creio que "Annie Hall") em que a personagem interpretada pelo próprio realizador desiste de entrar na sala de cinema porque já tinha sido exibido o genérico inicial do filme. Faz sentido: podia ter perdido um genérico extraordinário. E o filme começa verdadeiramente no genérico (quando os há, porque o cinema contemporâneo aboliu muita dessa tradição).
Durante décadas, no período (ler)

O João Lameira, a propósito do post abaixo deste, abordou quão importante é o genérico de um filme. E com toda a razão.
Sempre que penso em genéricos, lembro-me de um filme de Woody Allen (creio que "Annie Hall") em que a personagem interpretada pelo próprio realizador desiste de entrar na sala de cinema porque já tinha sido exibido o genérico inicial do filme. Faz sentido: podia ter perdido um genérico extraordinário. E o filme começa verdadeiramente no genérico (quando os há, porque o cinema contemporâneo aboliu muita dessa tradição).
Durante décadas, no período (ler)
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post de 1 de 5 bloggers: Vida Comum (Twin Falls Idaho) 1999
(os filmes dele)
(...) O cinema americano, decididamente, não desiste de nos surpreender. Tanto nos bombardeia com os mais desmemoriados «blockbusters» e boçais comédias adolescentes, como nos pousa no colo, em pézinhos de lã, maravilhas desconcertantes como "Twin Falls Idaho". Tema: o que é ser duas pessoas num mesmo corpo? Como é estar constantemente acompanhado por alguém e ao mesmo tempo viver no maior isolamento em relação aos outros? Invocar "Freaks", Lynch, Cronenberg e Burton para falar do filme dos irmãos Polish não é preciso, porque (ler)
(...) O cinema americano, decididamente, não desiste de nos surpreender. Tanto nos bombardeia com os mais desmemoriados «blockbusters» e boçais comédias adolescentes, como nos pousa no colo, em pézinhos de lã, maravilhas desconcertantes como "Twin Falls Idaho". Tema: o que é ser duas pessoas num mesmo corpo? Como é estar constantemente acompanhado por alguém e ao mesmo tempo viver no maior isolamento em relação aos outros? Invocar "Freaks", Lynch, Cronenberg e Burton para falar do filme dos irmãos Polish não é preciso, porque (ler)
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quarta-feira, fevereiro 16
post de 1 de 5 bloggers: Cinema - O momento da revelação
(de um homem que sabe muito)
Todos os cinéfilos guardam na memória imagens marcantes de filmes, igualmente, marcantes. Mas raramente retêm aquelas imagens nas quais surgem incrustados os títulos dos filmes.
Tema de importância menor? Talvez. Mas como disse o Rato Cinéfilo num dos seus últimos comentários, a imagem ainda é uma componente fundamental na memória de qualquer cinéfilo.
Eis alguns exemplos de grandes obras de cinema e dos "screenshots" exactos dos respectivos títulos - ou seja, o "momento da revelação":
(ler)
Todos os cinéfilos guardam na memória imagens marcantes de filmes, igualmente, marcantes. Mas raramente retêm aquelas imagens nas quais surgem incrustados os títulos dos filmes.
Tema de importância menor? Talvez. Mas como disse o Rato Cinéfilo num dos seus últimos comentários, a imagem ainda é uma componente fundamental na memória de qualquer cinéfilo.
Eis alguns exemplos de grandes obras de cinema e dos "screenshots" exactos dos respectivos títulos - ou seja, o "momento da revelação":
(ler)
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terça-feira, fevereiro 15
post de 1 de 5 bloggers: Mais do que um mero filme sobre bruxaria
(de um homem que sabe muito)

O site dvdgo.com (que já esteve melhor do que agora) anunciou há tempos uma edição em DVD como um grande destaque editorial no panorama da cinefilia caseira. E, na verdade, não era para menos.
Tratava-se da versão especial remasterizada (som e imagem) de um dos mais míticos e sublimes filmes do período mudo: "Häxan", realizado em 1922 pelo cineasta dinamarquês Benjamim Christensen. "Häxan", um dos primeiros grandes filmes fantásticos de sempre (é do mesmo ano de "Nosferatu" de Murnau), documenta as perseguições movidas contra as feiticeiras e os actos de bruxaria numa Europa medieval conspurcada pela intolerância religiosa e pela Inquisição.
A prodigiosa fotografia do (ler)

O site dvdgo.com (que já esteve melhor do que agora) anunciou há tempos uma edição em DVD como um grande destaque editorial no panorama da cinefilia caseira. E, na verdade, não era para menos.
Tratava-se da versão especial remasterizada (som e imagem) de um dos mais míticos e sublimes filmes do período mudo: "Häxan", realizado em 1922 pelo cineasta dinamarquês Benjamim Christensen. "Häxan", um dos primeiros grandes filmes fantásticos de sempre (é do mesmo ano de "Nosferatu" de Murnau), documenta as perseguições movidas contra as feiticeiras e os actos de bruxaria numa Europa medieval conspurcada pela intolerância religiosa e pela Inquisição.
A prodigiosa fotografia do (ler)
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post de 1 de 5 bloggers: Tom Jones, Romântico e Aventureiro (Tom Jones) 1963
(os filmes dele)
(...) Dirigido por Tony Richardson e vencedor de cinco Óscars, incluindo o de melhor filme, esta é uma das principais obras do movimento que temos vindo a seguir, que renovou a produção cinematográfica inglesa do mesmo modo como fizeram os franceses no seu país com a Nouvelle Vague. Sem dúvida, um dos elementos que mais se destaca no filme é a montagem rápida e inventiva, a cargo de Anthony Gibbs, que acaba por conferir ao filme um interessante tom humorístico.
Foi com grande surpresa que este filme britânico ganhava (ler)
(...) Dirigido por Tony Richardson e vencedor de cinco Óscars, incluindo o de melhor filme, esta é uma das principais obras do movimento que temos vindo a seguir, que renovou a produção cinematográfica inglesa do mesmo modo como fizeram os franceses no seu país com a Nouvelle Vague. Sem dúvida, um dos elementos que mais se destaca no filme é a montagem rápida e inventiva, a cargo de Anthony Gibbs, que acaba por conferir ao filme um interessante tom humorístico.
Foi com grande surpresa que este filme britânico ganhava (ler)
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post de 1 de 5 bloggers: Curtas mas Boas - Animação
(de ficar sem fôlego)
Todos os anos tenho feito isto, uma apresentação das curtas nomeadas para os oscars, este ano, ficou-me pelas animadas, uma vez que são as únicas disponíveis na penumbra que envolve os recantos escuros da internet.
Dos cinco títulos, há um que é certo ter sido visto por os que aqui me lêem, ele é Night and Day [completo] a habitual curta da Pixar que acompanha as longas em sala (nos anos anteriores tivemos Presto e Partly Cloudy), este ano, no enanto, temos um filme que é o mais puro dos cinemas (foi a meu ver o melhor momento da exibição de Toy Story 3).
Madagascar, a jouney dairy [completo] é por outro lado um (ler)
Todos os anos tenho feito isto, uma apresentação das curtas nomeadas para os oscars, este ano, ficou-me pelas animadas, uma vez que são as únicas disponíveis na penumbra que envolve os recantos escuros da internet.
Dos cinco títulos, há um que é certo ter sido visto por os que aqui me lêem, ele é Night and Day [completo] a habitual curta da Pixar que acompanha as longas em sala (nos anos anteriores tivemos Presto e Partly Cloudy), este ano, no enanto, temos um filme que é o mais puro dos cinemas (foi a meu ver o melhor momento da exibição de Toy Story 3).
Madagascar, a jouney dairy [completo] é por outro lado um (ler)
segunda-feira, fevereiro 14
"Kavkazskaya Plennitsa, Ili Novye Priklyucheniya Shurika"
(de um homem que sabe muito)

O portal de cinema Imdb.com é um colossal site de informação sobre cinema. Já o sabemos. Por vezes dou-me ao trabalho de averiguar o que referem os tops e as listagens que estão anexadas ao portal - "os melhores filmes por décadas", "o top dos western, comédias", entre outras.
Quando há tempos vi o top de melhores filmes sob o género de "Music" (atenção que não é o mesmo que "Musical") deparei-me com duas surpresas e (ler)

O portal de cinema Imdb.com é um colossal site de informação sobre cinema. Já o sabemos. Por vezes dou-me ao trabalho de averiguar o que referem os tops e as listagens que estão anexadas ao portal - "os melhores filmes por décadas", "o top dos western, comédias", entre outras.
Quando há tempos vi o top de melhores filmes sob o género de "Music" (atenção que não é o mesmo que "Musical") deparei-me com duas surpresas e (ler)
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histoire(s) du cinéma #11
Lições de Sedução (The Knack ...and How to Get It) 1965
(os filmes dele)
Comédia maravilhosa e única sobre o sexo. Lester filma a um ritmo adequado, com personagens inesquecíveis, uma técnica narrativa e um diálogo corajosos que fazem desta obra uma jóia inesquecível. Uma das melhores comédias europeias da década de 60.
Dirigido por Richard Lester o filme ganhou a Palma de Ouro do festival de Cannes. Interpretado por (ler)
Comédia maravilhosa e única sobre o sexo. Lester filma a um ritmo adequado, com personagens inesquecíveis, uma técnica narrativa e um diálogo corajosos que fazem desta obra uma jóia inesquecível. Uma das melhores comédias europeias da década de 60.
Dirigido por Richard Lester o filme ganhou a Palma de Ouro do festival de Cannes. Interpretado por (ler)
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domingo, fevereiro 13
Que estranho é este?
(o senhor da palavra)

Não é difícil de perceber a razão pela qual os últimos filmes de Woody Allen têm sido recebidos com distância pelo público que os tinha incorporado como extensão «intelectual» de um gosto mainstream que alegremente aligeirava tiques sociais, truques da vida urbana, convertendo-os em deliciosas psicopatias. Falamos claramente da sua fase post Sweet and Lowdown (1999), em que Allen ganhou consciência do seu próprio estilo e o que isso era capaz de fazer às pessoas. Desse encontro público/cineasta produziram-se obras mais despertas para a função comercial da marca Woody onde este programou, com sucesso diga-se, o improgramável: a veiculação erudita de um «defeito» de personalidade, ou por outra, um hipocondríaco que sabe sê-lo. Contudo, quem viu obras como Manhattan (1979), Hannah and Her Sisters (1986), Another Woman (1988), sabe que o universo do cineasta é (ler)

Não é difícil de perceber a razão pela qual os últimos filmes de Woody Allen têm sido recebidos com distância pelo público que os tinha incorporado como extensão «intelectual» de um gosto mainstream que alegremente aligeirava tiques sociais, truques da vida urbana, convertendo-os em deliciosas psicopatias. Falamos claramente da sua fase post Sweet and Lowdown (1999), em que Allen ganhou consciência do seu próprio estilo e o que isso era capaz de fazer às pessoas. Desse encontro público/cineasta produziram-se obras mais despertas para a função comercial da marca Woody onde este programou, com sucesso diga-se, o improgramável: a veiculação erudita de um «defeito» de personalidade, ou por outra, um hipocondríaco que sabe sê-lo. Contudo, quem viu obras como Manhattan (1979), Hannah and Her Sisters (1986), Another Woman (1988), sabe que o universo do cineasta é (ler)
A velhice e os filmes
(de um homem que sabe muito)

Gosto de filmes sobre velhos. É uma forma simplista de o dizer, mas é assim mesmo: filmes sobre velhos, ou sobre a velhice. E não encaro o termo “velho” com conotações pejorativas. Pelo contrário. É o tempo da maturidade, da sabedora e da experiência. Uma etapa de vida que impõe respeito, valorização e atenção. Tempo de reflexão serena sobre o tempo vivido e sobre o sentido da vida.
No cinema, é preciso que (ler)

Gosto de filmes sobre velhos. É uma forma simplista de o dizer, mas é assim mesmo: filmes sobre velhos, ou sobre a velhice. E não encaro o termo “velho” com conotações pejorativas. Pelo contrário. É o tempo da maturidade, da sabedora e da experiência. Uma etapa de vida que impõe respeito, valorização e atenção. Tempo de reflexão serena sobre o tempo vivido e sobre o sentido da vida.
No cinema, é preciso que (ler)
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O Criado (The Servant) 1963
(os filmes dele)
Expatriado americano no Reino Unido, Joseph Losey sempre trouxe um olhar frio e desencantado ao avaliar os costumes do seu país de adopção. Mas em O Criado, a primeira das suas três colaborações com Harold Pinter, a persistência do seu olhar ainda se tornou mais permanentemente nítida. O guião de Pinter, típicamente elíptico e (ler)
Expatriado americano no Reino Unido, Joseph Losey sempre trouxe um olhar frio e desencantado ao avaliar os costumes do seu país de adopção. Mas em O Criado, a primeira das suas três colaborações com Harold Pinter, a persistência do seu olhar ainda se tornou mais permanentemente nítida. O guião de Pinter, típicamente elíptico e (ler)
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sábado, fevereiro 12
Posters do Ano - I
Clássicos do Cinema em BD para Pessoas com Pressa #9
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(da senhora que me deu a ideia deste blog)
Já no seu tempo foram postos de lado (porque o seu ponto de vista abarca o que existe desde sempre e se prolonga?) e o que mais me entristece é que ainda hoje os filmes de António Reis e Margarida Cordeiro são vistos apenas por meia dúzia de pessoas, disponíveis, é certo, mas (ler)
Já no seu tempo foram postos de lado (porque o seu ponto de vista abarca o que existe desde sempre e se prolonga?) e o que mais me entristece é que ainda hoje os filmes de António Reis e Margarida Cordeiro são vistos apenas por meia dúzia de pessoas, disponíveis, é certo, mas (ler)
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