
O João Lameira, a propósito do post abaixo deste, abordou quão importante é o genérico de um filme. E com toda a razão.
Sempre que penso em genéricos, lembro-me de um filme de Woody Allen (creio que "Annie Hall") em que a personagem interpretada pelo próprio realizador desiste de entrar na sala de cinema porque já tinha sido exibido o genérico inicial do filme. Faz sentido: podia ter perdido um genérico extraordinário. E o filme começa verdadeiramente no genérico (quando os há, porque o cinema contemporâneo aboliu muita dessa tradição).
Durante décadas, no período (ler)
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